domingo, 9 de novembro de 2014
Não nos custa lembrar...
Não nos custa lembrar que há muito já que os melhores e maiores críticos literários norte-americanos ousaram ir bem longe na direção destes estudos referentes á obra-prima de Melville... e acho até que se poderia dizer que os melhores entre estes desde o começo interpretam não só Moby Dick mas todas as grandes obras primas da literatura mundial desde o ponto de vista estrictamente ''iniciático''. O mito, o ritual , as crises, a iniciação, os heróis, a regeneração, etcs, de há muito que passaram a pertencer á terminologia básica da exegese literária de alto nível. Existe uma respeitável quantidade de livros e artigos que analisam os textos ou sub-textos iniciáticos escondidos em alguns poemas, contos e novelas. Estes foram identificados nao apenas em Moby Dick ,de H. Melville, mas também em em Wladen, de Thoreau, nas novelas de Cooper e Henry James, em Hickleberry Fin de Mark Twin eem The Bear, de William Faulkner.................. .......................... ......................Em um livro de 1963, Radical Inocence, seu autor, Ihab Hassan, dedica um capítulo inteiro á ''dialética da iniciação espiritual'', usando como exemplos obras de Sherwood Anderson , Scott Fitzgerald , Thomas Wolfe y William Faulkner.
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